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Mulher foi localizada após alerta da Muralha Virtual e deve cumprir pena de 14 anos em regime fechado. A detida colaborou com a ação durante todo o procedimento.

Uma servidora pública estadual, que atuava em Botucatu, foi presa na manhã desta sexta-feira (1º) após ser identificada por meio do sistema de monitoramento conhecido como “Muralha Virtual”. Contra ela havia mandado de prisão definitivo expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decorrência de condenação relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

De acordo com o registro policial, equipes da Guarda Civil Municipal realizavam patrulhamento de rotina quando receberam um alerta indicando que um veículo vinculado à procurada circulava pela cidade. O automóvel foi localizado estacionado em um posto de combustíveis na região central.

Durante a abordagem à condutora, foi confirmada a existência do mandado de prisão em aberto. A mulher foi então conduzida ao Plantão Policial. Segundo a GCM, não houve necessidade do uso de algemas e a detida colaborou com a ação durante todo o procedimento.

Condenação no STF

A ordem de prisão tem como base decisão já transitada em julgado no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A condenação foi definida pela Primeira Turma da Corte, em sessão virtual realizada em fevereiro de 2026.

A pena total fixada é de 14 anos de prisão, em regime inicial fechado, além de multa. A decisão também estabelece indenização por danos morais coletivos, em valor global solidário entre os condenados.

Segundo a sentença, a ré foi responsabilizada por crimes como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa.

Cumprimento da pena

Com o mandado expedido, a determinação judicial prevê que a condenada seja recolhida a uma unidade prisional e permaneça à disposição da Justiça para início do cumprimento da pena em regime fechado.

O caso segue sob responsabilidade do Judiciário, e não há informações oficiais sobre eventual transferência ou local de detenção até o momento.

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