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Instituição aparece na 513ª colocação global do QS World University Rankings 2026, divulgado nesta semana

Foto André Godinho

A Unesp manteve a quarta posição entre as universidades brasileiras no QS World University Rankings 2026, divulgado nesta quarta-feira (17) pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em ensino superior.

No cenário mundial, a universidade ocupa a 513ª colocação entre as 8.808 instituições avaliadas em 106 países. Apesar de permanecer entre as quatro melhores do Brasil, a posição global representa uma queda em relação à edição anterior, quando a Unesp figurava na 450ª colocação.

Entre as universidades brasileiras, a liderança ficou com a USP, seguida pela Unicamp e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao todo, 22 instituições do país foram incluídas no levantamento.

No ranking mundial, as primeiras posições ficaram com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos, seguido pelo Imperial College London, do Reino Unido, e pela Stanford University, também dos Estados Unidos.

Indicadores

A nota geral da Unesp nesta edição foi de 32,0. Segundo a análise divulgada pela QS, a universidade registrou queda nos indicadores de reputação acadêmica e reputação entre empregadores, métricas obtidas por meio de pesquisas realizadas pela própria consultoria.

Por outro lado, a instituição apresentou avanço no indicador de Rede Internacional de Pesquisa, que avalia a capacidade de estabelecer e manter parcerias científicas internacionais que resultem em publicações conjuntas.

Metodologia

Criado em 2004, o QS World University Rankings utiliza atualmente nove indicadores para compor a nota final das universidades. Entre eles, a reputação acadêmica possui peso de 30% na avaliação, enquanto o índice de estudantes internacionais representa 5%.

Além dos rankings

Em nota, a Comissão dos Rankings da Unesp destacou que os resultados não são encarados como um objetivo institucional, mas como um reflexo das ações desenvolvidas pela universidade.

A comissão também ressalta que atividades de extensão universitária, consideradas um dos principais pilares das universidades públicas brasileiras por promoverem impacto direto na comunidade, ainda não são contempladas pelos critérios dos rankings internacionais.

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