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A expectativa pela Copa do Mundo de 2026 aumentou após o recente sorteio da fase de grupos para o torneio do próximo verão na América do Norte.

O Brasil, que se prepara para o primeiro grande teste de Carlo Ancelotti como técnico da seleção, foi colocado no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia.

A Seleção deve avançar como vencedora do grupo, mas os torcedores e analistas — assim como aqueles que conferem as últimas cotações em uma casa de apostas — sabem que toda Copa do Mundo traz surpresas. Veja a seguir um olhar mais atento sobre os adversários que estão no caminho do Brasil.

Marrocos

O Brasil estreia na competição em 13 de junho contra Marrocos, no MetLife Stadium, em East Rutherford, e esse é provavelmente o jogo mais difícil do grupo.

Marrocos foi a sensação da Copa do Mundo de 2022, tornando-se o primeiro país africano a chegar às semifinais após eliminar Espanha e Portugal no Catar.

Atualmente em 11º lugar no ranking mundial da FIFA, o país possui um time disciplinado e coeso, capaz de frustrar até mesmo os adversários mais fortes.

A Seleção também se lembrará do seu último encontro com o Marrocos — uma derrota por 2 a 1 em um amistoso em 2023. Embora a qualidade individual superior do Brasil possa lhe dar vantagem, este é o tipo de jogo em que o nervosismo do torneio e a disciplina tática podem fazer toda a diferença.

Aqueles que analisam apostas na copa do mundo estarão de olho neste confronto.

Haiti

A seguir, uma curta viagem de Nova York a Filadélfia, onde o Brasil enfrenta o Haiti no Lincoln Financial Field.

Esta será apenas a segunda participação do Haiti na Copa do Mundo, a primeira tendo ocorrido em 1974. Esse retorno tão esperado por si só encherá a nação caribenha de orgulho e motivação.

Classificado em 84º lugar pela FIFA, o Haiti é uma das seleções com pior classificação no torneio e será considerado azarão em todas as partidas.

Ainda assim, as Copas do Mundo costumam produzir momentos inesperados, e o Brasil sabe que não deve subestimar nenhum adversário. Para o Haiti, simplesmente competir no maior palco do futebol contra os pentacampeões mundiais já será um momento histórico.

Escócia

O último desafio do Brasil na fase de grupos será contra a Escócia, uma seleção que retorna à Copa do Mundo pela primeira vez em 28 anos.

Os jogadores de Steve Clarke garantiram a classificação de forma dramática, vencendo a Dinamarca por 4 a 2 no Hampden Park, em uma partida marcada pelo impressionante chute de bicicleta de Scott McTominay nos primeiros cinco minutos.

Embora esteja apenas entre os 40 melhores da FIFA, a seleção da Escócia possui um elenco impressionante. O capitão Andy Robertson traz sua experiência de nível mundial do Liverpool, John McGinn oferece energia e criatividade, e McTominay se tornou uma ameaça prolífica ao gol para seu país.

Física, organizada e apoiada pela apaixonada Tartan Army, que viajará em massa para a América do Norte, a Escócia não será fácil para ninguém.

O Brasil pode ser o favorito para liderar o Grupo C, mas o pedigree de Marrocos, o retorno emocionante do Haiti e a resiliência da Escócia garantem que a fase de grupos não será fácil.

Os jogadores de Ancelotti precisarão estar atentos desde o apito inicial — e, se estiverem, estarão bem posicionados para iniciar uma longa jornada na Copa do Mundo de 2026.

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